Formação transversal em escolas da Beira avança com sessão sobre o papel das crianças na construção da escola

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A formação transversal para professores e professoras das escolas de Manga Mascarenhas e Santos Inocentes, na Beira, Moçambique, seguiu, no passado dia 17 de abril, com a segunda sessão. Esta formação acontece no âmbito do projeto Somos Moçambique e está a ser dinamizada pela FGS em formato híbrido – as formadoras online, à distância, e os e as participantes em grupo, presencialmente, juntamente com a equipa de terreno a dar todo o apoio logístico.

Esta sessão teve como objetivos perceber o papel da escola e dos professores e professoras na resiliência face aos possíveis cenários negativos da sua realidade e contexto territorial, e aprofundar a consciência face ao papel da escola na transformação da sociedade, numa perspetiva de bem comum e de bem viver.

Após revisitar as reflexões feitas na sessão anterior sobre as expectativas dos e das participantes para a formação, aquilo que consideradam como mais importante ser trabalhado na escola e as melhores formas para promover a participação dos seus alunos e alunas, o dia decompôs-se em dois momentos, ambos com foco no futuro. O primeiro exercício propunha aos e às participantes que se dividissem em dois grupos e cenarizassem o nosso planeta em 2050 – um dos grupos com uma perspetiva negativa, e o outro com uma perspetiva positiva. Num segundo momento, refletiu-se sobre o papel das crianças na construção da escola, com o objetivo de preparar os e as docentes para a construção e execução de um diagnóstico junto dos seus alunos e alunas, percebendo quais as suas perspetivas, desejos e aspirações relativamente à escola. Na terceira sessão, a acontecer em maio, os grupos debruçar-se-ão sobre os resultados desta auscultação, que deverá ser realizada até então.


O projeto Somos Moçambique é promovido em conjunto pela FGS | Fundação Gonçalo da SilveiraFEC | Fundação Fé e Cooperação VIDA – Voluntariado Internacional para o Desenvolvimento Africano, e cofinanciado pelo Camões – Instituto da Cooperação e da Língua, Fundo de Apoio à Reconstrução de Moçambique, pela Fundação Calouste Gulbenkian e pela Campanha “Somos Moçambique”, em Portugal.