Face à situação de catástrofe que se vive na Beira-Moçambique, a FGS abriu uma conta com o objetivo de recolher donativos que se destinam a apoiar  projetos a implementar no local, ajudando as populações e a reconstrução de infraestruturas (nomeadamente escolas e casas).

As referências bancárias da conta no Montepio são:
Conta: FGS Emergência Moçambique 2019
Nº de conta: 000 10 591814-8
IBAN: PT50 0036 0000 9910 5918 1487 7

BIC/SWIFT: MPIOPTPL

Para efetuar o seu donativo basta clicar aqui e preencher o formulário. Depois envie, por favor, o comprovativo por email para geral@fgs.org.pt ou por correio para a FGS, Estrada da Torre, nº 26, 1750-296 LISBOA . Obrigado!


[29/06] A Teresa Paiva Couceiro, da FGS e a Paula Fonseca, da FEC, foram as convidadas do Programa LusoFonias, da Rádio SIM, para falar sobre o projeto “Somos Moçambique”. Pode ouvir a entrevista aqui.

[20/06] No dia 20 de Junho a campanha atingiu o valor de 110.202, 20€

[13/06] No dia 13 de Junho a campanha atingiu o valor de 109.752, 20€

[03/06] A campanha de recolha de fundos, no dia 03 de Junho, atingiu o valor 108.777,20 €.

[30/05] A recolha de fundos que está a decorrer atingiu o valor de 108.67220€ no dia 30 de Maio. Entretanto, estão abertas, até 24 de Junho, as candidaturas para a vaga de Gestor(a) de Projeto no terreno entre Junho de 2019 e Outubro de 2019 (renovável). Termos de Referência (TDR) e Formulário de Candidatura.

[23/05] A recolha de fundos que está a decorrer atingiu o valor de 90.902,20€ no dia 23 de Maio.

[10 a 16/05] Depois do Workshop em Maputo, a Sandra Fernandes deslocou-se à Beira onde desenvolveu contactos com os parceiros locais para definir as prioridades de intervenção. Leia a este propósito o excelente artigo que a Rita Carvalho escreveu para o Ponto SJ, onde, para além de fazer o ponto de situação, apresenta alguns vídeos/testemunhos produzidos pela Rede Xavier no local.

[13/05] Decorreu o Concerto Solidário – Somos Moçambique, na Escola Superior de Educação de Lisboa – ESELx, com o objectivo de sensibilizar a opinião pública e angariar fundos para a intervenção na Beira.

[08 e 09/05] Decorreu em Maputo o Workshop Ciclone Idai. A Fundação Gonçalo da Silveira fez parte da equipa de dinamização deste workshop, que visou a avaliação da situação, a reflexão sobre as prioridades e a definição das intervenções dos diferentes parceiro


[18/03] A FGS tem estado em contacto com os jesuítas do Zimbabué, com os parceiros da Rede Xavier, e com outras organizações e instituições portuguesas, procurando obter o máximo de informação possível sobre a situação.

A comunicação com as pessoas e instituições locais das zonas afetadas tem sido praticamente impossível até ao momento e reduzem-se quase sempre à receção de mensagens de texto pontuais e telegráficas.

É, portanto, fundamental aceder ao local mas os acessos terrestres estão intransitáveis. Na segunda-feira, 25 de março, uma colaboradora da Silveira House Centre (nosso parceiro do projeto “Semear e Cuidar”, em Nhangau, Beira) parte para a Beira, por via aérea, com a missão de efetuar o levantamento das necessidades em conjunto com os jesuítas.

De acordo com a Silveira House, em termos imediatos o mais urgente é roupa, medicamentos e comida. Já foi lançada pela Província Moçambique – Zimbabué da da Companhia de Jesus uma campanha para recolha de fundos para suprir estas necessidades  e, em Moçambique, esta ação será articulada com  a Paróquia de Matacuane, em particular com o P. Pedro Evangelista.

Em Portugal, a FGS, em parceria com as ONGD FEC e  VIDA, tem estado a trabalhar no sentido de definir uma estratégia de atuação com vista às medidas a implementar a curto prazo. Só com informações mais detalhadas, que retratem a real situação, se poderá pensar no que fazer a curto-médio prazo. À medida que a situação for evoluindo a informação desta página será atualizada. Publicamos também os links para notícias que vão surgindo nos meios de comunicação digital.


[26/03] Na cidade da Beira a energia restabeleceu-se no domingo à noite, facilitando as comunicações com o exterior.

As aulas na Universidade Católica de Moçambique recomeçaram na passada segunda feira, 26 de março, estando ainda longe da normalidade – devido à falta de telhado e vidros, as aulas recomeçam apenas a meio tempo no primeiro andar (piso inferior). Os materiais da faculdade – computadores, papéis, etc. – são praticamente inexistentes, de momento, tendo sido tudo destruído pelo Ciclone.

Grande parte das casas, hotéis e igrejas da cidade da Beira ficaram sem telhados, sendo a sua maioria composta por chapas de zinco muito leves e frágeis.

Não há ainda comunicações nem notícias das quatro comunidades de Nhangau beneficiárias do projeto “Semear e Cuidar” promovido pela FGS em parceria com o CISA – Centro de Investigação Santo Agostinho da Universidade Católica de Moçambique, o GASNova – Grupo de Acção Social (Portugal) , o Graal Moçambique – Movimento Graal Moçambique, o Núcleo Pabhodzi da Faculdade de Medicina da Universidade Católica de Moçambique, e aSilveira House – Jesuit Social Justice and Development Centre (Zimbabué)


[11/04] Apesar da frequência das cheias em Moçambique, o ciclone Idai foi, sem dúvida, um dos maiores desastres naturais experienciados naquela zona, resultando em sérios estragos a todos os níveis: mais de 500 mortos, 1500 feridos, 33 600 casas afetadas, 500 000 hectares de plantação destruídos – 1.85 milhões de pessoas afetadas.

Perante esta situação, a FGS está a preparar a sua intervenção para os próximos anos, intervindo mais especificamente na Beira, zona onde já está presente há vários anos com o  projeto Semear e Cuidar.

Em consórcio com as ONGD FEC – Fundação Fé e Cooperação e a VIDA, a campanha «Somos Moçambique» tem o objetivo de intervir nos distritos de Búzi e da Beira, no âmbito da reconstrução de escolas e de centros de acolhimento para as famílias. Já foi começado um primeiro diagnóstico, que será concretizado por duas pessoas que, ao longo de um mês, reunirão com parceiros e procurarão as melhores formas de pôr o projeto em prática.

A Rede Jesuíta Europeia – Rede Xavier, à qual a FGS pertence, prevê também uma intervenção nesta zona a médio-longo prazo. Em março, uma técnica da parceira Silveira House Center esteve na Beira com o propósito de fazer uma primeira verificação dos danos na cidade da Beira, assim como das suas necessidades, tendo em vista uma ação de apoio concertada pelas instituições jesuítas. Está a ser preparada uma visita à Beira mais prolongada por parte de uma técnica da FGS e uma técnica da Entreculturas, que irão realizar um diagnóstico conjunto da situação atual e das necessidades das comunidades com as quais os jesuítas trabalham .

Sabe-se que, neste momento, estão em Moçambique várias organizações de intervenção humanitária com o intuito de responder às necessidades de primeira linha, nomeadamente distribuição de comida e apoio à saúde. Numa primeira avaliação, os danos imediatos verificaram-se em negócios interrompidos devido à destruição dos acessos; em casos de cólera, sendo esta a principal ameaça a nível de saúde devido à falta de água limpa e saneamento; e em perdas económicas de vários tipos – infraestruturas, plantações e reservas destruídas, produção reduzida devido à falta de água e eletricidade, disrupção do sistema económico das comunidades e falha de serviços. Consequentemente, foram identificadas necessidades a curto-médio prazo como água potável, condições de saneamento e higiene e instalações sanitárias, abrigos de emergência, reunificação de famílias, apoio psicológico, prevenção de violência, programas de proteção infanto-juvenil, espaços de aprendizagem temporários, substituição de material escolar, reabilitação/reconstrução de escolas, etc.


Abaixo, registos fotográficos de quem tem passado por Moçambique: Tiago Coucelo, técnico da FEC a residir em Moçambique, Pe Paulo Teia, jesuíta a residir em Tete mas que foi à Beira e Pe. Virgílio Costa, jesuíta a residir na Zâmbia mas que estava na Beira no momento do Ciclone.

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Mais informação

A VIDA, a FEC – Fundação Fé e Cooperação e a FGS – Fundação Gonçalo da Silveira estão a preparar um programa de intervenção pós-emergência com a duração de 5 anos, em estreita articulação com a Cooperação Portuguesa, que pretende trazer normalidade às crianças e famílias afetadas na província de Sofala pela passagem do Ciclone Idai. Saiba mais através do link que está em baixo:

VIDA, FEC e FGS preparam resposta pós-emergência para Moçambique [22/03]


Artigo da e-NCONTROS sobre o testemunho de Tiago Coucelo, Coordenador da FEC, que se encontra de momento na Beira, Moçambique:

Ciclone Idai: Depois da tempestade, a dimensão da catástrofe vai sendo conhecida [27/03]


Publicação no website da Universidade Católica de Moçambique (parceira da FGS no projeto “Semear e Cuidar“) sobre o seu estado após o ciclone Idai:

Ciclone Tropical Idai afecta a Universidade Católica de Moçambique na Beira [27/03]


Artigo no Ponto SJ com informação atualizada sobre a situação na Beira-Moçambique:

Moçambique: reconstrução começa agora [25/03]


As diferentes formas de ajudar Moçambique na Ecclésia:

Solidariedade: Campanhas para ajudar as vítimas do ciclone em Moçambique [22/03]


Artigo no Jornal de Notícias sobre várias iniciativas de apoio a Moçambique, entre as quais a da FGS, FEC e Vida:

Ordem dos Engenheiros propõe bolsa de voluntários para apoiar Moçambique [22/03]


Lista de algumas ONGD que estão a trabalhar e a aceitar ajuda para Moçambique, na Plataforma Portuguesa das ONGD

Ajudar Moçambique [21/03]


Artigo na Sábado sobre como ajudar Moçambique:

Moçambique: Depois da tragédia, o desafio é como ajudar [20/03]


Artigo no Ponto SJ sobre Moçambique, a situação dos Jesuítas que lá se encontram e a ação da FGS:

Moçambique: uma tragédia ainda por estimar [20/03]


Artigo na Visão sobre a Campanha após entrevista a Teresa Paiva Couceiro:

Moçambique: “Vão ser precisos uns 6 anos para se voltar a ter o mínimo” [20/03]


Artigo na Ecclesia sobre a ação conjunta de várias organizações da Sociedade Civil, incluindo a FGS, em prol de uma “resposta concertada nesta grave crise humana”:

Moçambique: «Imagens de destruição» na comunicação social são insuficientes para perceber «grau de devastação», diz português no país [20/03]